Tomate Seco ao Sol
Há séculos, por todo o sul do Mediterrâneo, em países como a Itália, a Espanha e a Grécia, tomates (Lycopersicon esculentum) são divididos ao meio, salpicados com sal e secos ao sol durante vários dias, antes de serem colocados em jarras de vidro ou tigelas de barro e cobertos com azeite de oliva, de forma a estarem prontos para o uso fora da estação dos tomates frescos.
A Calábria é particularmente associada a esta iguaria de sabor intenso. Lá, o terreno acidentado e montanhoso faz com que as condições de cultivo sejam difíceis e que a preservação de frutas e vegetais tenha uma longa tradição. Os calabreses temperam o tomate seco com alho, manjericão e orégano, para usar em antipasti, risotos e guisados.
Embora o método arcaico ainda seja utilizado por cozinheiros domésticos e pequenos produtores, os tomates atualmente são preservados em desidratadores, método que pode ser até mais rápido, mas não se compara em sabor à secagem natural ao sol. A técnica foi aperfeiçoada na Califórnia em meados da década de 1980. Como resultado, o que já foi um item conhecido apenas por gourmets ganhou popularidade no mundo inteiro.
Sabor: Os tomates secos são consistentes e doces, de paladar intenso. Aqueles embalados em azeite de oliva devem ser macios, delicados e de um vermelho vivo.
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Tags: Alimentos, Comida, Cozinha, Culinaria, Gastronomia, Nutricao
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