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Qual é o período de carência nos planos de saúde?

O período de carência é o prazo em que o consumidor do plano de saúde não tem direito a algumas das coberturas após a contratação do plano. De acordo com a lei 9.656/98 os prazos máximos de carência nos planos de saúde são de:

a) 24 horas para os casos de urgência e os de emergência;

b) 180 dias para os exames, as consultas, as internações, as cirurgias e os demais casos;

c) 300 dias para o parto a partir da 38ª semana de gravidez;

Atenção: se o parto ocorrer antes deverá ser tratado como procedimento de urgência.

Atenção: os recém nascidos dentro da cobertura do plano de saúde da mãe estarão cobertos durante os 30 primeiros dias de vida. É também garantido aos bebês a inscrição no plano de saúde sem a necessidade do cumprimento de qualquer prazo de carência, agravo ou cobertura parcial temporária.

d) 24 meses para a cobertura de lesões ou doenças preexistentes não agravadas.

Atenção: não cabe alegação de lesão ou doença preexistente em crianças nascidas em parto coberto pela operadora do plano de saúde. Todos os recém nascidos estão cobertos pelo plano de saúde do titular por 30 dias após o parto.

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Vacinas: Tabela Básica de Vacinação Infantil

:: Ao nascer

- BCG ID – dose única – contra formas graves de tuberculose

- Vacina contra hepatite B – 1ª dose – A primeira dose da vacina contra a hepatite B deve ser ministrada na maternidade, nas primeiras doze horas de vida do recém-nascido. O esquema básico se constitui de três doses, com intervalos de trinta dias da primeira para a segunda dose e 180 dias da primeira para a terceira dose.

:: 1 mês

- Vacina contra a hepatite B – 2ª dose

:: 2 meses

- VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) – 1ª dose – contra diarréia por Rotavírus. É possível administrar a primeira dose da Vacina Oral de Rotavírus Humano a partir de 1 mês e 15 dias a 3 meses e 7 dias de idade (6 a 14 semanas de vida).

- VOP (vacina oral contra pólio) – 1ª dose – contra poliomielite (paralisia infantil)

- Vacina tetravalente (DTP + Hib) – 1ª dose – contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b. O esquema de vacinação atual é feito aos 2, 4 e 6 meses de idade com a vacina Tetravalente e dois reforços com a Tríplice Bacteriana (DTP). O primeiro reforço aos 15 meses e o segundo entre 4 e 6 anos.

- Antipneumocócica conjugada heptavalente – 1ª dose – Começar o esquema de vacinação com a vacina antipneumocócica conjugada heptavalente o mais precocemente possível (no segundo mês de vida). Quando a aplicação dessa vacina não tiver sido iniciada aos dois meses de vida, o esquema de sua administração varia conforme a idade em que a vacinação for iniciada: entre 7 e 11 meses de idade: duas doses com intervalo de dois meses, e terceira dose aos 15 meses de idade; entre 12 e 23 meses de idade: duas doses com intervalo de dois meses; a partir do segundo ano de vida, dose única, exceto em imunodeprimidos que devem receber 2 doses com intervalo de dois meses entre elas.

:: 3 meses

- Antimeningocócica C conjugada – 1ª dose – a vacina antimeningocócica C conjugada pode ser aplicada a partir dos 2 meses de idade. Recomenda-se iniciar a vacinação ainda no primeiro ano de vida visto a incidência e letalidade maior nessa faixa etária. Como as demais vacinas conjugadas é recomendada dose de reforço no segundo ano de vida.

:: 4 meses

- VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) – 2ª dose – contra diarréia por Rotavírus. É possível administrar a segunda dose da Vacina Oral de Rotavírus Humano a partir de 3 meses e 7 dias a 5 meses e 15 dias de idade (14 a 24 semanas de vida).

- VOP (vacina oral contra pólio) – 2ª dose – contra poliomielite (paralisia infantil)

- Vacina tetravalente (DTP + Hib) – 2ª dose – contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.

- Antipneumocócica conjugada heptavalente – 2ª dose

:: 5 meses

- Antimeningocócica C conjugada – 2ª dose

:: 6 meses

- VOP (vacina oral contra pólio) – 3ª dose – contra poliomielite (paralisia infantil)

- Vacina tetravalente (DTP + Hib) – 3ª dose – contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b.

- Vacina contra hepatite B – 3ª dose

- Antipneumocócica conjugada heptavalente – 3ª dose

:: 9 meses

- Vacina contra febre amarela – dose única – A vacina contra febre amarela está indicada para crianças a partir dos 09 meses de idade, que residem ou que irão viajar para área endêmica (estados: AP, TO, MA MT, MS, RO, AC, RR, AM, PA, GO e DF), área de transição (alguns municípios dos estados: PI, BA, MG, SP, PR, SC e RS) e área de risco potencial (alguns municípios dos estados BA, ES e MG). Se viajar para áreas de risco, vacinar contra Febre Amarela dez dias antes da viagem.

:: 12 meses

- SRC (tríplice viral) – dose única – contra sarampo, rubéola e caxumba

- Varicela (catapora) – 1ª dose – estima-se que uma só dose da vacina contra a varicela induza imunidade contra a infecção em 70% a 90% das crianças que a receberam, e em 95% a 98%, contra as formas graves da doença. Contudo, não é incomum a ocorrência dessa virose em crianças já vacinadas. Portanto, recomenda-se duas doses da vacina com um intervalo mínimo de 3 a 4 meses.

- Hepatite A – 1ª dose

:: 15 meses

- VOP (vacina oral contra pólio) – reforço – contra poliomielite (paralisia infantil)

- DTP (tríplice bacteriana) – 1º reforço – contra difteria, tétano e coqueluche

- Antimeningocócica C conjugada – reforço

- Antipneumocócica conjugada heptavalente – reforço

:: 18 meses

- Hepatite A – 2ª dose

:: 4 aos 6 anos

- DTP (tríplice bacteriana) – 2º reforço – contra difteria, tétano e coqueluche

- SRC (tríplice viral) – reforço – contra sarampo, rubéola e caxumba

- Varicela (catapora) – 2ª dose

:: 10 anos

- Vacina contra febre amarela – reforço

:: 11 aos 12 anos

- HPV – 3 doses – a princípio, apenas as meninas deverão ser vacinadas. Sempre que possível, a vacina anti-HPV deve ser aplicada preferencialmente na adolescência, antes de iniciada a vida sexual, entre 11 e 12 anos de idade. Duas vacinas estão disponíveis no Brasil: Vacina Quadrivalente Recombinante contra o papilomavírus humano (tipos 6, 11, 16, 18) da MSD, com esquemas de intervalos de 0-2-6 meses, indicada para meninas e mulheres de 9 a 26 anos de idade e a Vacina contra HPV oncogênico (16 e 18, recombinante, com adjuvante AS04), da GSK, com esquemas de intervalos de 0-1-6 meses em meninas e mulheres de 9 a 25 anos de idade.

:: 14 anos

- Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto (dTpa)

Fonte: SBIm e Ministério da Saúde

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