Ovo de Codorna
Até o século XX, a codorna era considerada uma ave pequena e selvagem, uma boa carne de caça. Mas a combinação dos excessos da caça e, na Itália, do uso de redes – prática que, segundo fontes do século XIX, garantia a captura de 100 mil aves por dia – fizeram com que a espécie fosse raramente encontrada fora de granjas na Europa. São criadas comercialmente em grandes bandos, tanto pela carne quanto pelos ovos que, com suas bonitas cascas manchadas, eram no passado uma rara iguaria.
Pequeno o suficiente para caber em uma colher de chá, o ovo de codorna tem condições perfeitas de servir de ornamento aos pratos produzidos em restaurantes. Durante a era da nouvelle cuisine, chefs profissionais criavam versões em miniatura de pratos consagrados como entrada ou amuse-bouche. A moda foi reforçada graças a uma variedade de receitas que procuravam determinar a melhor forma de cozinhar os ovos. Para ficarem moles, precisam de três minutos. Duros, cinco. O vinagre na água fervente torna mais fácil a retirada das cascas.
Deixando de lado os detalhes de seu cozimento, os ovos de codorna tendem a ser distribuídos pela rede de alimentação mais frescos do que os de galinha. Também são mais gordurosos, e com teores mais altos de colesterol.
Sabor: Um ovo de codorna tem paladar parecido com o de um ovo de galinha caipira, embora a qualidade, a riqueza e a profundidade de sabor possam variar de acordo com a dieta do pássaro.
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queijo de ovelha, em uma cave no sudoeste da França enquanto visitava a namorada. Mais tarde, quando foi encontrado, o pão havia mofado, assim como o queijo, mas o resultado era delicioso. O que de fato tem fundamento histórico é que Carlos VI deu aos habitantes de Roquefort-sur-Soulzon o monopólio para a produção deste queijo.
ancestral de todas as cerejas “doces”, e Prunus cerasus, ancestral das variedades “ácidas”.
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