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O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) foi criado com o intuito de proteger todo trabalhador regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) da demissão sem justa causa por parte do empregador.

O empregador deve realizar o depósito do FGTS até o sétimo dia do mês subsequente ao mês trabalhado. Para consultar se o patrão efetuou o depósito corretamente e saber quanto há em conta, o trabalhador pode verificar o saldo do FGTS através da correspondência que chega pelo correio em sua residência de dois em dois meses. Porém, a consulta também pode ser realizada pela internet, através do site da Caixa Econômica Federal (CEF).

Portanto, para consultar o Saldo do FGTS pela internet o trabalhador deverá acessar o endereço eletrônico a seguir:

https://extratofgts.caixa.gov.br/NASApp/SIBNS/identifica_trab.processa?opcao=S

e preencher as informações requeridas na tela de acesso. Será necessário que você utilize o número do seu NIS (PIS/PASEP/NIT) e da Senha Internet para você que já tem a Senha Cidadão (*).

(*) A Senha Cidadão é cadastrada depois que você recebe o seu Cartão Cidadão, cartão este que você pode pedir gratuitamente em qualquer agência do banco Caixa Econômica Federal ou ligando gratuitamente para o telefone 0800-726-0101. Atenção: quem possui cartão do Bolsa Família deve consultar um funcionário da Caixa antes de requerer o Cartão Cidadão.

Na consulta do saldo serão apresentadas as seguintes informações: a) nome do Empregador, b) data de admissão, c) saldo do FGTS e d) data da última atualização verificada no saldo.

Caso queira, o trabalhador também poderá efetuar a consulta pelo telefone celular (desde que o aparelho tenha acesso a Internet) através da URL abaixo:

https://extratofgts.caixa.gov.br/SIBNS/identifica_trab.processa?opcao=I

Se quiser consultar o Extrato do FGTS pela internet o trabalhador deverá acessar o seguinte endereço:

https://extratofgts.caixa.gov.br/NASApp/SIBNS/identifica_trab.processa?opcao=x

e informar os dados necessários para realizar o login no site da CEF. Assim como na operação de consulta do saldo, o NIS e a senha também serão necessários para realizar essa operação.

Na consulta do extrato serão exibidos, além da informação do saldo, a) os dados cadastrais do empregador, b) os dados cadastrais do empregado e c) todos os débitos e créditos verificados na conta referentes ao mês atual, mais os 6 meses anteriores.

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Saiba como criar vários perfis no Twitter usando apenas um email

Às vezes uma pessoa possui apenas uma conta de e-mail e precisa criar mais de um perfil no Twitter para separar, por exemplo, os tweets pessoais dos tweets da sua empresa. Como o Twitter aceita somente um e-mail por perfil surge uma limitação. Para equacionar esse problema, basta seguir as observações seguintes:

Caso você ainda não tenha uma conta de e-mail do Gmail do Google, crie uma para que possamos prosseguir.

Quando se tem uma conta no Gmail, automaticamente se tem dois endereços de e-mail para uma mesma conta, são eles:

a) meuqueridoemail@gmail.com

b) meuqueridoemail@googlemail.com

Qualquer mensagem enviada para esses dois endereços chegará na mesma caixa postal.

Como o Twitter aceita apenas um e-mail por perfil, você pode utilizar os dois acima para criar dois perfis. Se quiser criar mais do que dois perfis, a solução segue abaixo.

Não faz diferença para o Gmail se você escrever:

a) meuqueridoemail@gmail.com

b) meu.querido.email@gmail.com

c) m.e.u.q.u.e.r.i.d.o.e.m.a.i.l@gmail.com

d) meu…que…rido…email@gmail.com

e) meuquerido.email@gmail.com

Toda e qualquer mensagem enviada para esses endereços chegarão na mesma caixa postal, pois, perante o Gmail, são iguais. Porém, para o Twitter, cada um dos e-mails acima é “diferente”. Entendeu?

Portanto você pode criar vários perfis no Twitter de acordo com a sua necessidade, e para isso basta usar a imaginação e acrescentar alguns pontinhos entre as letras do endereço de e-mail do seu Gmail.

É isso!

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Trecho do Livro: Guia de Estudos para Certificação Ubuntu
Certificacao Ubuntu
Autor: Michael Jang
Editora: Ciência Moderna
ISBN: 9788573938319

» Saiba onde encontrar este livro

O Ubuntu Linux percorreu um longo caminho nos últimos quatro anos, desde sua versão inicial de 2004, tornando-se claramente a distribuição mais popular de Linux. Mesmo não sendo provavelmente o líder em rendimentos, está começando a forçar sua inserção nas empresas.

Sua missão pode ser mais bem expressa pelo Bug nº 1 do Ubuntu, nomeado “A Microsoft tem a maior participação no mercado”. Com a decisão da Dell de vender computadores pré-configurados com o Ubuntu Linux, ao que tudo indica, o Linux, especificamente o Ubuntu Linux, agora tem uma oportunidade no mercado consumidor. O Ubuntu levará o Linux até o ponto em que consumidores normais o considerarão uma alternativa ao Microsoft Windows? Somente o tempo dirá. Porém para chegar neste ponto, o Ubuntu precisa de uma infra-estrutura de comunidade, em outras palavras, precisa de mais administradores de Linux como você mesmo que se especializaram e são certificados na distribuição Ubuntu Linux.

O teste de Certificação Ubuntu (UCP) é direcionado ao administrador de sistemas de nível júnior. Junto com os testes de nível 1 do Linux Professional Institute, o teste UCP, como descrito em www.ubuntu.com/training/certificationcourses, é projetado para demonstrar a habilidade do candidato em:

– Configurar uma rede de sistemas Ubuntu.

– Entender os fundamentos de gerenciamento de pacotes e segurança.

– Realizar tarefas de gerenciamento de senhas.

Como um teste de habilidades administrativas de sistemas, o UCP irá além das habilidades associadas aos Cursos de Ubuntu Desktop em desenvolvimento. Conforme discutido na Introdução e com base no programa de estudos da Certificação Ubuntu em www.ubuntu.com/training/certificationcourses/professional/curriculum, este livro começa com uma análise detalhada da Comunidade Ubuntu; e um entendimento profundo de hardware, instalação e requisitos de manutenção; conhecimento de tarefas administrativas rotineiras; a habilidade de configurar serviços de rede e ambiente de rede; e práticas em configuração do GNOME Desktop Environment.

Embora o foco esteja no GNOME, abreviação de GNU Network Object Model Environment (Ambiente do modelo de objeto de rede GNU), outros ambientes de desktop estão disponíveis no Ubuntu Linux. Entretanto, os requisitos do UCP especificam o GNOME entre os principais desktops Linux.

O Ubuntu Linux não seria possível sem os esforços de Mark Shuttleworth ou o apoio de sua empresa privada, Canonical ltda.

Este capítulo tem como foco os recursos da comunidade Ubuntu. Embora parte deste capítulo esteja diretamente relacionada a comandos ou ferramentas gráficas do Linux, ainda é uma importante etapa no entendimento do Ubuntu Linux. E como são tópicos que fazem parte do programa de estudos UCP, são objeto de interesse para o teste UCP.

OBJETIVOS DA CERTIFICAÇÃO 1.01

Um histórico das versões do Ubuntu

O Ubuntu Linux tem como base os pacotes de desenvolvimento do Debian Linux. Visto que o desenvolvimento do Debian progrediu, o Ubuntu obteve vantagem desses desenvolvimentos, com lançamentos em um ciclo regular de seis meses. Embora a maioria do suporte para o Ubuntu tenha a comunidade como base, a Canonical também oferece suporte comercial pago.

Há diversas variações de Ubuntu Linux, incluindo variações com base em um pacote de desktop e servidor. Novas versões, é claro, estão disponíveis por meio de download. Para ajudar a tornar o Ubuntu acessível em áreas sem conexões de alta velocidade, versões do Ubuntu também estão disponíveis pelos programas ShipIt e Freedom Toaster.

Debian Foundation

O Ubuntu Linux criou sua distribuição com base no trabalho da Debian Foundation. Isso é admissível e talvez até encorajado, visto que pacotes de Debian Linux estão disponíveis para todos de acordo com a GNU General Public License [Licença Pública Geral] (GPL). Além disso, há vários desenvolvedores de Debian que estão agora trabalhando no Ubuntu Linux. Mark Shuttleworth, o proprietário da Canonical, a empresa por trás do Ubuntu Linux, definiu que “todo desenvolvedor de Debian também é um desenvolvedor de Ubuntu”.

As versões do Debian Linux são criadas com base em software livre. As diretrizes de software livre segundo o Debian (DFSG) dizem que o Debian Linux permite a distribuição livre, libera todo o código-fonte, permite modificação e trabalhos derivados e muito mais. Para mais informações, consulte www.debian.org/social_contract.

Uma decisão controversa dos desenvolvedores do Ubuntu é a instalação padrão de drivers “não livres”. Como estes drivers não estão em conformidade com as licenças de código livre aceitas, eles são evitados por alguns usuários de Linux, incluindo vários desenvolvedores de Debian. Isso quer dizer que a instalação padrão do Ubuntu Linux não é completamente formada por código livre. Entretanto, eles promovem uma distribuição Linux que “simplesmente funciona”, o que, em minha opinião, tem aumentado de maneira estrondosa a popularidade do Ubuntu Linux.

Uma segunda decisão que simplificou a tarefa do Ubuntu é sua lista de arquiteturas suportadas. Enquanto o Debian Linux suporta onze arquiteturas (e está trabalhando em outras quatro), o Ubuntu limita suas versões a duas arquiteturas: Sistemas Intel/AMD de 32 e 64 bits. Agora é mais simples ainda, visto que o Ubuntu suporta oficialmente a arquitetura PowerPC desde o Edgy Eft (6.10). O suporte oficial do Ubuntu Server para processadores Sun SPARC terminou com a versão Gutsy Gibbon. Essa decisão limita a quantidade de trabalho que tem de ser feito na criação de pacotes — e, o mais importante, limita o número de plataformas (e hardware associados) que têm de ser testadas e aprovadas para cada lançamento.

Como o Ubuntu Linux não suporta tantas arquiteturas quanto o Debian, o Ubuntu também tem mais flexibilidade com suas versões. Visto que os desenvolvedores principais não têm de criar e testar pacotes para tantas arquiteturas, a tarefa de desenvolvimento é muito mais simples.

A primeira versão do Ubuntu Linux, com o codinome Warty Warthog, foi feita com base em uma ramificação (instável) em desenvolvimento de Debian Linux, conhecida como Debian Etch. Warty Warthog foi lançado em outubro de 2004. Versões do Ubuntu Linux atuais continuam a incorporar pacotes instáveis de Debian durante o ciclo de desenvolvimento para novos lançamentos.

Veja também:

» Leia um trecho do livro Segurança em Redes Sem Fio (Redes Wireless)

» Leia um trecho do livro Voz Sobre IP (VoIP)

» Livro: Aprenda a Investir em Ações e a Operar na Bolsa Via Internet

» Confira as vagas de empregos do Concurso FUNDAP

» Veja a lista atualizada dos Livros mais vendidos no Brasil

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