Stephenie Meyer

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A Ultima Musicanumlistab A ÚLTIMA MÚSICA
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O Pequeno Principenumlistab O PEQUENO PRÍNCIPE
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Sussurro Hush Hushnumlistab SUSSURRO – HUSH, HUSH
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O Mar de Monstrosnumlistab O MAR DE MONSTROS (Percy Jackson 2)
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O Monge e o Executivonumlistab O MONGE E O EXECUTIVO
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Filme Eclipse | Trailer
Filme Eclipse
País: EUA
Ano: 2010
Orçamento: 70 milhões de dólares

Eclipse (2010), película dirigida por David Slade. Filme baseado no livro campeão de vendas da escritora norte-americana Stephenie Meyer “Eclipse“, também autora do recente sucesso “A Hospedeira“.

Elenco estrelado pelos atores Robert Pattinson (Edward Cullen), Kristen Stewart (Bella Swan), Taylor Lautner (Jacob Black), Peter Facinelli, Christian Serratos, Dakota Fanning e Bryce Dallas Howard.

O filme Eclipse está previsto para estrear nas salas dos cinemas do Brasil a partir do dia 30 de Junho de 2010.

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Trecho do Livro: A Hospedeira | Stephenie Meyer
Livro A Hospedeira
Autora: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788598078595

seta Saiba onde encontrar este livro

O nome do Curandeiro era Fords Águas Profundas. Como era uma alma, por natureza ele era inteiramente bom: compassivo, paciente, honesto, virtuoso e cheio de amor. A ansiedade era uma emoção incomum para Fords Águas Profundas. A irritação era ainda mais rara. Contudo, como Fords Águas Profundas vivia dentro de um corpo humano, às vezes era impossível escapar da irritação. E como os cochichos dos estudantes Curandeiristas rumorejassem no extremo da sala de operação, seus lábios se comprimiram numa linha apertada. A expressão ficava fora de lugar numa boca dada a sorrir com frequência.

Darren, seu assistente habitual, viu a careta e deu um tapinha em seu ombro.

— Eles só estão curiosos — disse baixinho.

— Uma inserção não chega a ser exatamente um procedimento interessante ou desafiador. Qualquer alma pode realizá-la no meio da rua numa emergência. Nada há que eles aprenderão observando hoje. — Fords ficou surpreso ao ouvir o tom cortante deformando sua voz normalmente suave.

— Eles nunca viram um humano adulto — disse Darren.

Fords ergueu uma sobrancelha.

— São cegos para os rostos uns dos outros? Não têm espelhos?

— Você sabe o que eu quis dizer… um humano selvagem. Ainda sem alma. Um dos insurgentes.

Fords olhou para o corpo inconsciente da jovem, deitado de bruços na mesa de operação. A compaixão encheu seu coração quando ele se lembrou de quanto aquele pobre corpo estava arrebentado quando os Buscadores o levaram para a instalação de Cura. Quanta dor ela devia ter sofrido…

É claro, agora ela estava perfeita — completamente curada. Fords cuidara disso.

— Ela se parece com qualquer um de nós — murmurou Fords para Darren. — Nós todos temos rosto humano. E quando acordar, ela também será uma de nós.

— É fascinante para eles, só isso.

— A alma que implantamos hoje merece mais respeito do que ter seu corpo hospedeiro observado desse jeito bobo. Ela já vai ter coisa demais com que lidar enquanto estiver se aclimatando. Não é justo fazê-la passar por isso. — E por isso ele não queria dizer os olhares tolos. Fords ouviu o tom cortante retornar à sua voz.

Darren deu-lhe outro tapinha.

— Vai dar tudo certo. Os Buscadores precisam de informação e…

À palavra Buscadores, Fords lançou um olhar para Darren que só poderia ser descrito como um modo de encarar. Darren piscou, aturdido.

— Sinto muito — desculpou-se Fords imediatamente. — Eu não queria reagir de forma tão negativa. É só que temo por essa alma. — Seus olhos se deslocaram para o criotanque sobre seu suporte ao lado da mesa. A luz era de um vermelho-escuro constante, o que indicava que o criotanque estava ocupado e em modo de hibernação.

— Esta alma foi especialmente escolhida para a indicação — disse Darren para acalmá-lo. — Ela é excepcional entre os de nossa espécie… mais valente que a maioria. As vidas dela falam por si. Acho que se ofereceria voluntariamente, se fosse possível perguntar.

— Quem dentre nós não se apresentaria voluntariamente quando solicitado a fazer algo em nome do bem maior? Mas será esse realmente o caso aqui? Estamos servindo ao bem maior com isso? A questão não é a disposição dela, mas o que é certo pedir a uma alma, qualquer que ela seja, que suporte.

Os estudantes Curandeiristas também debatiam sobre a alma em hibernação. Fords podia ouvir os sussurros claramente; a voz deles se elevando, ficando mais alta à medida que se entusiasmavam.

— Ela viveu em seis planetas.

— Ouvi dizer que foram sete.

— Eu soube que ela nunca viveu duas durações na mesma espécie hospedeira.

— Isso é possível?

— Ela foi quase tudo. Flor, Urso, Aranha…

— Alga, Morcego…

— Até mesmo Dragão!

— Não acredito… não em sete planetas.

— Pelo menos sete. Ela começou em Origem.

— É mesmo? Origem?

— Silêncio, por favor! — interrompeu Fords. — Se não forem capazes de observar profissionalmente e em silêncio, precisarei pedir que saiam.

Envergonhados, os seis estudantes se calaram e se afastaram um pouco um do outro.

— Vamos em frente com isso, Darren.

Tudo estava preparado. Os remédios apropriados foram dispostos ao lado da humana. Seus cabelos escuros estavam presos sob o gorro cirúrgico, expondo o pescoço delgado. Profundamente sedada, ela inspirava e expirava devagar. A pele queimada de sol mal exibia uma marca que mostrasse seu… acidente.

— Comece a sequência agora, por favor, Darren.

O assistente grisalho, que já esperava ao lado do criotanque, a mão sobre o dial, removeu o pino de segurança e girou o botão para trás. A luz vermelha na parte superior do pequeno cilindro cinza começou a pulsar, piscando com mais rapidez a cada segundo, mudando de cor.

Fords concentrou-se no corpo inconsciente. Introduziu, com movimentos curtos e precisos, o bisturi na pele à altura da base do crânio da paciente, e então aspergiu uma medicação que diminuiu o excesso de sangramento antes que ele aumentasse a fissura. Fords explorou delicadamente sob os músculos do pescoço, com cuidado para não machucá-los, expondo os ossos descorados no alto da coluna vertebral.

— A alma está pronta, Fords — informou Darren.

— Eu também. Traga-a.

Fords sentiu Darren em seu cotovelo e soube, sem olhar, que seu assistente estaria preparado, a mão estendida e esperando; eles trabalhavam juntos havia muitos anos. Fords manteve a incisão aberta.

— Mande-a para casa — sussurrou ele.

A mão de Darren entrou no campo de visão, o brilho de prata de uma alma despertando na palma de sua mão em concha.

Fords nunca viu uma alma exposta sem que ficasse impressionado com sua beleza.

A alma resplandeceu às luzes brilhantes da sala de operação, mais reluzente que o instrumento prateado que refletia em sua mão. Como uma fita viva, ela se contorceu e serpeou, espreguiçando-se, feliz por estar livre do criotanque. Delgadas e plumosas, suas conexões, quase um milhar delas, ondearam suavemente como cabelos prateados. Embora fossem todas encantadoras, essa pareceu particularmente graciosa aos olhos de Fords Águas Profundas.

Ele não estava sozinho em sua reação. Ouviu o leve suspiro de Darren, escutou os murmúrios admirados dos estudantes.

Delicadamente, Darren colocou a pequena criatura reluzente na abertura que Fords fizera no pescoço humano. A alma escorregou suavemente para dentro do espaço oferecido, entrelaçando-se na anatomia alienígena. Fords apreciou a habilidade com que ela tomou posse do novo lar. Suas conexões enroscaram-se apertadas ao redor dos centros nervosos, tomando seu lugar, algumas alongando-se e aprofundando-se em pontos que ele não podia ver, para baixo e para cima cérebro adentro, os nervos óticos, os canais auditivos. Ela era muito rápida, muito firme em seus movimentos. Logo, apenas um pequeno segmento de seu corpo reluzente era visível.

— Muito bem — sussurrou ele, sabendo que ela não podia ouvi-lo. Era a humana quem tinha ouvidos, e ela ainda dormia profundamente.

Era um gesto de rotina para concluir o trabalho. Ele limpou e tratou o ferimento, passou a pomada que vedava a incisão logo atrás da alma, em seguida aplicou o pó especial para prevenir cicatrizes sobre a linha deixada no pescoço.

— Perfeito, como de praxe — disse o assistente, que, por alguma razão insondável para Fords, não mudara o nome de seu hospedeiro humano, Darren.

Fords Águas Profundas deu um suspiro.

— Lamento o trabalho de hoje.

— Você só está cumprindo seu dever de Curandeiro.

— Esta é uma dessas raras ocasiões em que curar gera um dano.

Darren começou a limpar o equipamento. Ele pareceu não saber como responder. Fords estava atendendo a seu Chamado. Isso era suficiente para Darren.

Mas não bastava para Fords Águas Profundas, que era um verdadeiro Curandeiro até o âmago de seu ser. Ele olhou fixa e ansiosamente para o corpo feminino, pacificado no sono, sabendo que aquela paz seria despedaçada assim que ela acordasse. Todo o horror do fim daquela jovem seria suportado pela alma inocente que ele acabara de pôr dentro dela.

Ao se inclinar sobre a humana e sussurrar em seu ouvido, Fords desejou ardentemente que a alma dentro dela pudesse ouvi-lo.

— Boa sorte, pequena peregrina, boa sorte. Como queria que você não precisasse disso…

—–

Eu sabia que começaria pelo fim, e que o fim pareceria a morte a estes olhos. Eu tinha sido avisada.

Não estes olhos. Meus olhos. Esta sou eu agora.

O idioma que me vi usando era estranho, mas fazia sentido. Entrecortado, delimitado, despojado e linear. Impossivelmente mutilado em comparação com muitos que eu já usara, mas ainda assim conseguia encontrar fluidez e expressão. Às vezes, beleza. Meu idioma pátrio.

Com o mais verdadeiro instinto de minha espécie, liguei-me seguramente dentro do centro de pensamento do corpo, geminando-me inescapavelmente a cada uma de suas respirações e a cada reflexo até que aquilo não fosse mais uma entidade separada. Era eu.

Não o corpo, meu corpo.

Senti a sedação ceder e a lucidez tomar seu lugar. Tratei de me firmar para o violento assalto da primeira lembrança, que, na verdade, seria a última — os derradeiros momentos que este corpo havia experimentado, a recordação do fim. Eu tinha sido amplamente avisada do que aconteceria agora. Essas emoções humanas seriam mais fortes, mais vitais que os sentimentos de qualquer outra espécie que eu tinha sido. Eu tinha tentado me preparar.

A lembrança veio. E, conforme eu havia sido avisada, não era algo para o que fosse possível estar preparada, jamais.

A lembrança ardia com cores nítidas e sons retumbantes. O frio na pele dela, a dor tomando seus membros, queimando-os. O gosto em sua boca era violentamente metálico. E houve a sensação nova, o quinto sentido que eu nunca tinha experimentado, que tomava partículas no ar e as transformava em estranhas mensagens, prazeres, avisos para o cérebro — os odores. Eles me distraíam, eram desconcertantes para mim, mas não para a memória dela. A memória não tinha tempo para as novidades do olfato. A memória era apenas medo.

O medo travou-a numa disfunção, espicaçando os membros embotados e desajeitados a prosseguir, mas, ao mesmo tempo, estorvando-os. Fugir, correr — era tudo o que ela podia fazer.

Eu falhei.

A memória que não era minha era tão assustadoramente forte e clara, que dilacerou meu controle — sobrepujou o distanciamento, o conhecimento de que aquilo era apenas uma memória, não eu. Tragada no inferno que foi o último minuto da vida dela, eu era ela e estava correndo.

Está tão escuro. Não estou enxergando nada. Não dá para ver o chão. Não dá para enxergar minhas mãos estendidas diante de mim. Corro às cegas e tento ouvir a perseguição que posso sentir atrás de mim, mas meu pulso é tão alto em meus ouvidos, que abafa qualquer outro som. Está frio. Não devia importar agora, mas machuca. Estou com muito frio.

O ar no nariz dela era desconfortável. Ruim. Um cheiro ruim. Por um segundo, esse desconforto me livrou da recordação. Mas foi somente um segundo, e então fui arrastada outra vez, e meus olhos se encheram de lágrimas horrorizadas.

Estou perdida; nós estamos perdidos. Acabou.

Eles estão bem atrás de mim agora, alto e perto. São tantas pisadas! Estou sozinha. Falhei.

Os Buscadores estão chamando. O som de suas vozes embrulha meu estômago. Vou vomitar.

“Está tudo bem, tudo bem”, mente alguém, tentando me acalmar, tentando me fazer ir mais devagar. A voz dela está transtornada pelo esforço da respiração.

“Cuidado!”, grita outra pessoa em advertência.

“Não se machuque”, pede uma delas. Uma voz profunda, cheia de preocupação.

Preocupação!

O calor disparou em minhas veias, e um ódio violento quase me sufocou. Eu nunca tinha sentido uma emoção como aquela em todas as minhas vidas.

Por outro segundo mais, a repulsa me afastou da lembrança. Um guincho alto e penetrante trespassou meus ouvidos e pulsou em minha cabeça. O som se fragmentou ao longo de minhas vias aéreas. Havia uma dor fraca em minha garganta.

Gritando, explicou meu corpo. Você está gritando.

Fiquei paralisada em choque, e o som parou abruptamente.

Isso não foi uma recordação.

Meu corpo — ela está pensando! Falando comigo!

Mas naquele momento a recordação foi mais forte que a surpresa.

“Por favor”, gritam eles. “É perigoso aí adiante!”

O perigo está atrás!, grito de volta em minha mente. Mas vejo o que eles estavam querendo dizer. Um tênue jorro de luz, vindo sei lá de onde, brilha no fim do corredor. Não é a parede cega ou a porta trancada, o beco sem saída que temi e esperei. É um buraco negro.

Um poço de elevador. Abandonado, vazio e condenado como aquele prédio. Outrora um esconderijo, hoje uma tumba.

Uma onda de alívio flui através de mim enquanto corro adiante. Há uma maneira. De modo algum de sobreviver, mas talvez de vencer.

Não, não, não! Este pensamento foi inteiramente meu, e lutei para me separar dela, mas estávamos juntas. E corríamos rápido para o limite da morte.

“Por favor!” Os gritos são mais desesperados.

Tenho vontade de rir ao saber que sou suficientemente rápida. Imagino as mãos deles tentando me agarrar apenas centímetros atrás de minhas costas. Mas sou tão rápida quanto preciso ser. Não faço sequer uma pausa no fim do andar. O buraco se abre para me encontrar no meio da passada.

O vazio me engole. Minhas pernas se agitam, inúteis. Minhas mãos agarram o ar, arranham-no, em busca de qualquer coisa sólida. Rajadas frias passam por mim como a ventania de um tornado.

Escuto o baque antes de senti-lo… O vento acabou.

E então há dor em toda parte… A dor é tudo.

Façam a dor parar.

Não era alto o bastante, murmuro com meus botões em meio à dor.

Quando a dor vai parar? Quando?…

A escuridão engoliu a agonia, e senti-me fraca de gratidão por a lembrança ter chegado a esta finalíssima conclusão. A escuridão ocupou tudo, e eu estava livre. Tomei fôlego para me acalmar, conforme era hábito deste corpo. Meu corpo.

Mas então a cor irrompeu de volta, a lembrança se erigiu e me engolfou novamente.

Não! Apavorei-me, temendo o frio e a dor… e o próprio medo.

Mas não era a mesma lembrança. Era uma lembrança dentro de uma lembrança — uma lembrança final, como um último suspiro — de algum modo, contudo, mais forte que a primeira.

A escuridão ocupou tudo menos isto: um rosto.

O rosto me era tão estranho quanto seriam para este novo corpo os tentáculos sinuosos e sem rosto de meu último hospedeiro. Eu vira esse tipo de rosto nas imagens que me deram para que eu me preparasse para este mundo. Foi difícil discerni-los, ver as minúsculas variações de cor e de formato que eram os únicos traços distintivos do individual. Tão parecidos, todos: o nariz centrado na esfera, olhos acima e boca abaixo, orelhas nos lados. Uma coleção de sentidos — todos, menos o tato — concentrados em um lugar. Pele sobre ossos, cabelos que crescem na parte superior da cabeça e em estranhas linhas peludas acima dos olhos. Alguns tinham mais pelos mais abaixo, na mandíbula; esses sempre eram machos. As cores variavam na escala do castanho, do creme-claro a um quase negro-escuro. Afora isso, como distinguir um do outro?

Este rosto eu teria reconhecido entre milhões.

Este rosto era um duro retângulo, o formato dos ossos forte sob a pele. Em termos de cor, era de um leve castanho-dourado. Os cabelos eram apenas poucos tons mais escuros que a pele, menos onde reflexos louros os iluminavam, e cobriam somente a cabeça e as riscas acima dos olhos. As íris nos globos oculares brancos eram mais escuras que os cabelos, mas, como eles, tinham pontos de luz. Havia pequenos vincos em volta dos olhos, e as memórias dela me disseram que eram de sorrir e de estreitar os olhos sob o sol.

Eu nada sabia sobre o que era considerado beleza entre essas criaturas estranhas, mas, ainda assim, sabia que aquele rosto era bonito. Eu queria ficar olhando para ele. Assim que compreendi isso, ele desapareceu.

Meu, disse o pensamento alienígena que não deveria existir.

Outra vez, fiquei paralisada, atordoada. Não deveria haver ninguém aqui, exceto eu. E, contudo, o pensamento foi muito forte e muito consciente!

Impossível. Como ela podia ainda estar aqui? Era eu agora.

Meu, repreendi-a, o poder e a autoridade que só a mim pertenciam fluindo pela palavra. Tudo é meu.

Então por que estou respondendo? Perguntava-me, quando as vozes interromperam meus pensamentos.

Veja também:

seta Leia um trecho do livro Sol da Meia-Noite, de Stephenie Meyer

seta Saiba que o Filme Eclipse, de Stephenie Meyer, já tem data marcada

seta Assista ao novo trailer do Filme Lua Nova, de Stephenie Meyer

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Filme: Lua Nova | Stephenie Meyer | Trailer 2

Filme Lua Nova

Ano: 2009
Orçamento: US$ 50 milhões de dólares
Produção: Summit Entertainment

O filme Lua Nova (New Moon) é baseado no livro de grande sucesso Lua Nova (leia o primeiro capítulo), segundo volume da série Crepúsculo, criada pela escritora Stephenie Meyer. A película é a sequência cinematográfica do enredo do primeiro livro da série, Crepúsculo (leia o primeiro capítulo), também campeão mundial de vendas tanto em livro quanto em filme, e será dirigido por Chris Weitz, diretor de títulos como A Bússola de Ouro e Um Grande Garoto.

O elenco do filme Lua Nova contará com Kristen Stewart (Bella Swan), Robert Pattinson (Edward Cullen), Taylor Lautner (Jacob Black), Graham Greene e Dakota Fanning, entre outros.

Lua Nova tem previsão de estreia nos cinemas brasileiros no dia 20 de Novembro de 2009.
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seta Conheça os livros da série CrepúsculoSerie Crepusculo

Veja também:

seta Leia um trecho do livro Sol da Meia-Noite, de Stephenie Meyer

seta Leia um trecho do livro Traída, continuação do livro Marcada

seta Assista ao trailer do filme Percy Jackson – O Ladrão de Raios

seta Leia um trecho do livro Free, Grátis – O Futuro dos Preços

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Filme Eclipse (Stephenie Meyer) já tem data marcada

O filme Eclipse, baseado no terceiro livro (Eclipse) da famosa série Crepúsculo, criada pela escritora Stephenie Meyer, estreará nos cinemas dos Estados Unidos no dia 30 de Junho de 2010 (previsão).

O roteiro do filme ficará a cargo de Melissa Rosenberg, mesma roteirista dos filmes Crepúsculo e Lua Nova, e a direção do longa será de David Slade.

Até a presente data (12 de Junho de 2009) não há previsão de quando a saga de Edward Cullen e Bella Swan estreará nos cinemas do Brasil.

seta Conheça os livros da série CrepúsculoSerie Crepusculo
Veja também:

seta Leia o primeiro capítulo do livro Eclipse

seta Leia um trecho do livro Sol da Meia-Noite, 5° livro da saga Crepúsculo (Twilight), criada pela escritora Stephenie Meyer

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